sábado, 7 de novembro de 2009

A PESSOA ERRADA

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa,

não existe uma pessoa certa pra gente

Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é,

na verdade, a pessoa errada

Porque a pessoa certa faz tudo certinho

Chega na hora certa,

Fala as coisas certas,

Faz as coisas certas,

Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas

Aí é a hora de procurar a pessoa errada

A pessoa errada te faz perder a cabeça

Fazer loucuras

Perder a hora

Morrer de amor

A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar

Que é prá na hora que vocês se encontrarem

A entrega ser muito mais verdadeira

A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa

Essa pessoa vai te fazer chorar

Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas

Essa pessoa vai tirar seu sono

Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível

Essa pessoa talvez te magoe

E depois te enche de mimos pedindo seu perdão

Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado

Mas vai estar 100% da vida dela esperando você

Vai estar o tempo todo pensando em você

A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo

Porque a vida não é certa

Nada aqui é certo

O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo

Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo

E só assim é possível chegar àquele momento do dia

Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"

Quando na verdade

Tudo o que Ele quer

É que a gente encontre a pessoa errada

Para que as coisas comecem a realmente funcionar direito prá gente.

Nossa missão:

Compreender o universo de cada ser humano,

respeitar as diferenças,

brindar as descobertas,

buscar a evolução.



Quando a gente acha que tem todas as respostas,

vem a vida e muda todas as perguntas ...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

PARA REFLETIR...

"Sem o escuro, nunca veríamos as estrelas"
Stephenie Meyer - Crepúsculo

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A MAGIA DA POESIA DE PABLO NERUDA

É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amado,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço à noite explicações,
espero-o e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes à minha vida
com o que trazias,
feito
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há-de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo caído
das nossas alturas invencíveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.
Pablo Neruda

terça-feira, 31 de março de 2009

RAZÃO DO MEU ASTRAL - VICTOR E LÉO

Não foi amor, nem deixou de ser
Quem me dirá o nome dessa história
Quem me dirá como foi pra você
Se tudo pra mim revive na memória
Se foi só ilusão meu coração não saberá
É triste ter que admitir que ainda te desejo aqui e fecho os olhos pra sentir o cheiro do seu cabelo em mim
E foi a razão do meu astral agora me mata e me faz mal
Mas veja aqui pra mim morrer nao é o fim
O fim é viver, vendo você sem mim
Se foi só ilusão meu coração não saberá
É triste ter que admitir que ainda te desejo aqui e fecho os olhos pra sentir o cheiro do seu cabelo em mim
E foi a razão do meu astral agora me mata e me faz mal
Mas veja aqui pra mim morrer nao é o fim
O fim é viver, vendo você sem mim
É triste ter que admitir que ainda te desejo aqui e fecho os olhos pra sentir o cheiro do seu cabelo em mim
E foi a razão do meu astral agora me mata e me faz mal
Mas veja aqui pra mim morrer nao é o fim
O fim é viver, vendo você sem mim
Viver, vendo você sem mim

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

BORBOLETAS - VICTOR E LÉO

Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando mas ainda não sei quem

Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu